PORQUE SOFREMOS TANTO?

           








Por Que Sofremos Tanto?

Hoje, muitas religiões e denominações pregam que o crente não pode passar por dificuldades financeiras, que o sofrimento não faz parte da vida de um homem de Deus e que uma pessoa verdadeiramente abençoada precisa ser rica e próspera.

Também misturam a fé com posições políticas, ensinando até mesmo em qual lado um cristão pode ou não estar.

É isso que ouvimos em muitas igrejas atualmente.

Escolhi esse tema para mostrar aquilo que passei a enxergar desde que, segundo minha fé, meus olhos espirituais foram abertos.

O sofrimento não começou hoje

Desde a desobediência de Adão e Eva existe sofrimento no mundo.

A humanidade passou a conviver com a dor, a morte, a injustiça e as consequências do pecado.

Por isso me causa estranheza ouvir alguém afirmar que uma pessoa de fé nunca pode sofrer.

Os próprios homens e mulheres mencionados nas Escrituras enfrentaram perseguições, perdas, doenças, rejeições e grandes provações.

Jesus Cristo também nos advertiu de que passaríamos por aflições.

Portanto, acreditar em Deus não significa viver sem problemas. Significa encontrar força, esperança e direção para atravessá-los.

A mudança dos valores humanos

Na minha compreensão, com o avanço do capitalismo e de sistemas políticos e religiosos interessados em poder, criou-se uma nova maneira de enxergar a vida.

Aos poucos, valores como respeito, solidariedade, bons costumes e temor a Deus foram sendo substituídos por competição, consumo, vaidade e desejo de enriquecimento.

Muitos líderes religiosos passaram a utilizar a fé para prometer sucesso material.

Professores, teólogos, pastores, padres e outros líderes podem ensinar muitas coisas importantes, mas precisamos ter discernimento para não aceitar toda pregação sem examinar as Escrituras.

Jesus nos alertou sobre falsos profetas e sobre pessoas que usariam o nome de Deus para enganar.

Se o sofrimento já estava presente desde o início da humanidade, imagine a intensidade das provações nos dias que acredito serem relacionados ao Apocalipse.

A humanidade depois de 2019

A partir de outubro de 2019, passei a acreditar que a humanidade havia ultrapassado uma espécie de limite espiritual.

Pouco tempo depois, o mundo mudou profundamente.

Vieram a pandemia, o medo da morte, o isolamento, as crises econômicas, os conflitos sociais e o aumento do sofrimento emocional.

A raça humana parece cada vez mais distante da compaixão.

Em muitos momentos, as pessoas agem de maneira mais cruel do que animais irracionais.

Ainda assim, creio que o Espírito Santo permanece entre nós, consolando, orientando e impedindo que o mal alcance proporções ainda maiores.

Na minha compreensão das profecias, chegará um tempo em que Sua atuação será retirada de uma maneira diferente, e então o sofrimento será ainda mais intenso.

Quanto mais a criatura se afasta do Criador, maior se torna a dor.

Hoje existe sofrimento em praticamente todos os lugares.

Muitas dores sequer chegam ao nosso conhecimento.

Mesmo aqueles que procuram compreender os acontecimentos espiritualmente não conseguem enxergar tudo o que se passa no mundo.

O caos parece ter se tornado parte da nossa realidade.

São guerras e rumores de guerras.

Doenças.

Vírus.

Pragas.

Fome.

Desespero.

Violência.

E uma angústia que aumenta diariamente.

A origem espiritual do sofrimento

Nos livros que escrevi, procuro apresentar minha compreensão sobre as causas desse sofrimento.

Algumas pessoas poderão dizer que estou errado.

E reconheço que, como ser humano, posso estar equivocado em algumas interpretações.

Entretanto, não escrevo conscientemente mentiras nem histórias fantasiosas.

Escrevo aquilo que vivi, aquilo que acredito ter compreendido e aquilo que considero ter recebido como missão.

Acredito que fui chamado para alertar o mundo sobre uma grande falsificação espiritual criada dentro da própria humanidade.

Na minha compreensão, o inimigo corrompeu muitas pessoas utilizando a fé e a religião como portas de acesso.

A religião, que deveria aproximar a criatura do Criador, muitas vezes foi transformada em instrumento de divisão.

Uma religião é colocada contra a outra.

Um povo contra outro.

Uma pessoa contra seu semelhante.

E o resultado dessa divisão é perseguição, ódio e derramamento de sangue.

Temo que o Brasil também possa enfrentar períodos de violência e grande instabilidade.

Por isso peço que todos estejam vigilantes, não para espalhar pânico, mas para não serem conduzidos pelo ódio.

As guerras e as profecias

Acredito que o tempo de sofrimento foi prolongado e que os acontecimentos relacionados ao Apocalipse continuam se desenvolvendo.

Atualmente acompanhamos guerras e tensões entre várias nações.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia, assim como as disputas envolvendo grandes potências, faz com que muitas pessoas temam uma escalada ainda maior.

Na minha interpretação profética, Estados Unidos, China e Rússia terão papéis importantes nos acontecimentos futuros.

Também acredito que grandes crises poderão contribuir para o surgimento de um sistema político mundial associado ao governo do anticristo.

Não afirmo saber exatamente quando ou de que maneira isso acontecerá.

Estou compartilhando minha compreensão das profecias e dos sinais que observo.

Até que esses acontecimentos se cumpram, muitas coisas ainda poderão ocorrer.

Novas doenças podem surgir.

Crises financeiras podem se aprofundar.

A fome pode alcançar muitas nações.

Sistemas políticos e religiosos podem perseguir ainda mais as minorias.

A apostasia e a prosperidade

Para mim, a apostasia já começou.

Muitas pessoas não vão mais às igrejas apenas para cultuar o Criador.

Uma multidão procura os templos para pedir dinheiro, sucesso, posição social e prosperidade.

Em vez de buscar Deus, busca Mamom.

Quando o sofrimento aumentar, será mais fácil compreender como uma figura capaz de prometer paz, riqueza e segurança poderá ser admirada por multidões.

Na minha interpretação, muitas das pessoas que seguirão esse sistema serão justamente aquelas que foram contaminadas pela teologia da prosperidade.

Elas estarão preparadas para adorar qualquer pessoa ou sistema que prometa resolver seus problemas materiais.

Mas, antes disso, acredito que a humanidade ainda enfrentará tempos de caos.

Poderemos viver novas crises de saúde, colapsos financeiros, fome e alterações profundas nos sistemas tecnológicos e de comunicação.

O tempo do arrebatamento, segundo minha fé, está se aproximando.

Entretanto, temo que ainda passemos por momentos muito difíceis.

O que devemos fazer?

Mesmo diante de tudo isso, não devemos viver dominados pelo medo.

Precisamos acreditar e confiar na misericórdia do Eterno.

Ainda que estejamos nos aproximando dos acontecimentos descritos no Apocalipse, as promessas de Deus permanecem.

Por isso, amados, continuem fazendo o bem.

Falem sobre o amor.

Compartilhem aquilo que possuem.

Ajudem as pessoas.

Alimentem quem tem fome.

Deem água a quem tem sede.

Vistam aqueles que vivem nas ruas.

Consolem os que sofrem.

Visitem os enfermos.

Preguem o Evangelho de Jesus Cristo.

Peçam ao Criador que seus nomes estejam escritos no Livro da Vida.

Permaneçam atentos e vigilantes.

Na minha compreensão das Escrituras, a figueira já floresceu.

O arrebatamento se aproxima.

Mas, enquanto ele não acontece, nossa responsabilidade continua sendo a mesma:

Amar a Deus e demonstrar esse amor cuidando do próximo.

"Se esta história tocou você, continue acompanhando as demais postagens do blog e conheça mais da minha caminhada."  

Neste blog compartilho parte da minha caminhada e reflexões sobre fé, esperança, perseverança e as experiências que marcaram minha vida.

Se desejar acompanhar as próximas publicações, volte sempre.

Que Deus abençoe você e sua família.

Jorge Silva.

Autor: Jorge Silva.


    

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